Quem pode ser perito grafotécnico ?

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Quem pode ser perito grafotécnico ? Descubra aqui tudo sobre este profissional da escrita, capaz de identificar a autenticidade ou autoria de uma escrita.

Perícia grafotécnica é um formato de trabalho fascinante. Já pensou que poderia se tornar um perito, ganhar muito com isso e ainda ajudar a conter falsários?

A capacidade de examinar formatos e particularidades na escrita de uma pessoa é algo louvável.

Certamente é necessária sensibilidade, perspicácia e um nível de atenção alto.

E, mesmo que você tenha esses precedentes e dom, para poder provar se uma assinatura é falsa, por exemplo, é preciso também autoridade.

Em síntese, a autoridade para isso é um atributo de peritos em grafotécnica. Que, na verdade, são profissionais formados e aptos para realizar perícias que visam determinar se uma assinatura ou rubrica é verdadeira, ou o contrário.

Neste texto, portanto, vamos explicar o que é a perícia de assinaturas e como são formados os profissionais para tal função. Acompanhe!

Perícia Grafotécnica: o que é?

Infelizmente milhares de assinaturas são forjadas diariamente.

Assinaturas falsas são populares com cheques, contratos, acordos, testamentos, acordos corporativos, pinturas e muito mais.

Os caixas dos bancos verificam as assinaturas dos clientes com um breve olhar – se a forma geral parecer semelhante e a assinatura for confirmada como sendo do titular da conta, a assinatura é aprovada.

Entretanto, liberam mesmo que tenha sido falsificada e o falsificador tenha conseguido descobrir a forma geral da assinatura.

Algumas assinaturas são aparentemente simples de falsificar, mas a simplicidade reside na capacidade de recriar a forma geral e visual da assinatura.

Os falsificadores, porém, não consideram todos os aspectos gráficos e motores exclusivos relativos aos escritores específicos, porque não têm conhecimento da perícia grafotécnica.

Elementos que não podem ser imitados ou observados com um olhar não profissional, e que incluem:

  • Pressão de escrita;
  • Estrutura de início e fim de linhas (ataques e remates);
  • Fluxo de linha e tremor;
  • Elementos gráficos específicos e repetitivos;
  • Ângulo de assinatura;
  • Diferenças de comprimento e altura;
  • Velocidade de escrita;
  • Fluxo de tinta.

Entre outros.

Um grafotécnico especializado em comparar caligrafias (perícia grafotécnica), segue a natureza motora da escrita e as formas características de um escritor específico, comparando os elementos à assinatura ou à caligrafia disputada.

Aplicando seus conhecimentos na área de grafotecnia, os peritos grafotécnicos podem descobrir assinaturas e caligrafias falsas e enviar uma opinião especializada aos tribunais.

Todos nós introduzimos nosso “eu” único em nossa caligrafia e assinatura através de nossa expressão gráfica e motora.

A comparação de caligrafia ganhou impulso nos últimos anos e se tornou uma ferramenta de diagnóstico admissível em tribunais e usada como elemento de apoio para determinar a existência de falsificação.

Nos casos em que não haja pistas adicionais, o parecer do perito pode ser decisivo.

A sofisticação dos falsários para ludibriar a perícia grafotécnica

peritos em grafotécnica

Existem também falsificadores mais sofisticados que usam programas de software gráfico para falsificar a assinatura de um documento.

Pode-se simplesmente escanear uma assinatura e usar o PhotoShop ou qualquer outro programa gráfico para colocá-la onde a assinatura é necessária.

Ao fazer isso, os falsificadores aparentemente demonstram a falsificação perfeita da assinatura de outra pessoa.

No entanto, na realidade, a “falsificação perfeita” não é realmente perfeita, visto que as chances de uma assinatura completamente idêntica são praticamente nulas.

As pessoas que assinam um documento mantém o fluxo da linha, formam e dinamizam as características de sua caligrafia e assinatura, mas não conseguem recriar duas assinaturas absolutamente idênticas.

Experimente você mesmo, pegue uma folha de papel branco e assine 10 vezes.

Sem dúvida, você encontrará assinaturas muito semelhantes, mas não encontrará nenhuma que seja absolutamente idêntica.

Ao comparar assinaturas suspeitas de serem falsificadas, um grande número de elementos gráficos e problemas de fluxo de escrita relacionados ao autor são considerados, reunidos de diversos outros documentos passados.

E integrados em descobertas adicionais que podem impactar o diagnóstico de assinatura.

A história da perícia grafotécnica

curso de perito grafotécnico

O Brasil já possui alguma tradição de perícia grafotécnica.

Ela começou a ser praticada em 1925, com o Doutor Carlos de Sampaio Vianna e a criação da Delegacia de Técnica Especial.

Como você deve imaginar, no início, a perícia grafotécnica era feita somente pelos policiais do Instituto de Criminalística.

Mas hoje em dia, qualquer pessoa que esteja interessada pode entrar nesse fascinante ramo. Desde que faça um curso voltado para a área. Mas veremos isso mais à frente.

Elementos da Perícia Grafotécnica

elementos da perícia grafotécnica

1 – Fluxo e movimento da assinatura

Existem pessoas que escrevem rapidamente e outras que escrevem devagar, ou devagar em comparação com outras pessoas.

Há pessoas cuja liberação de tinta é densa e outras que dão espaço para suas frases.

Os peritos devem comparar a velocidade de escrita ao abordar as assinaturas verificadas de indivíduos.

Quando houver diferença entre a velocidade de escrita de uma assinatura verificada e da controvertida, surge a suspeita de falsificação.

Entretanto, não existe um único parâmetro gráfico capaz de fornecer uma probabilidade razoável de falsificação.

Pelo fato de haver elementos e situações que podem influenciar o estado de alerta ou emocional do escritor.

E um único desvio não fornece evidências concretas para se chegar a uma conclusão de falsificação.

2 – Formas características

Pessoas diferentes têm métodos diferentes para segurar seus utensílios de escrita.

Existem aqueles que seguram suas canetas com uma pegada relativamente fraca, de um determinado ângulo ou outro. Há outros que traçam uma linha visível ou invisível entre suas letras.

Cada um desses parâmetros pode impactar o caráter da linha criada no papel.

As assinaturas geralmente são compostas por linhas que sobem e descem e, em alguns casos, curvas e ângulos.

Onde forem encontradas diferenças significativas nessas formas ao comparar com amostras de caligrafia, há motivos para suspeitar de falsificação.

3 – Pressão de escrita

Quando as pessoas escrevem no papel, elas exercem pressão sobre o utensílio de escrita.

A ponta deste utensílio deixa sua marca no papel e, quando é especialmente dura, até mesmo um olho não treinado pode ver sua marca no outro lado.

A pressão de escrita também pode variar em diferentes partes da assinatura ou dentro de uma única palavra.

Existem aqueles que assinam e colocam forte pressão nas linhas descendentes ou nas linhas ascendentes, enquanto outras linhas são diferentes.

Ou o oposto é possível, pode haver pessoas que exercem pressão forte ou fraca de forma consistente ao longo da assinatura.

Também é importante lembrar que o tipo de caneta e papel são muito importantes e podem afetar a pressão da escrita.

4 – Início e fim da escrita

Sabemos que o início e o fim da linha têm formas características.

A avaliação do perito é realizada ampliando as linhas de início e fim em dezenas ou centenas de pontos percentuais, usando lupas ou um microscópio para examinar a imagem.

Onde as diferenças são encontradas neste recurso gráfico, então há mais um elemento que pode apontar para a falsificação.

Interessante você não acha?

Pois, você também pode dominar o conhecimento sobre os elementos para comparar assinaturas e se candidatar para realizar perícia grafotécnica.

Ok, agora que já sabe bastante sobre a perícia e como o perito trabalha, vamos ao que interessa: quem pode ser perito grafotécnico ?

Quem pode ser perito grafotécnico?

Profissionais de qualquer formação podem se tornar um perito grafotécnico, seja na esfera judicial ou extra-judicial, no entanto precisam fazer um curso livre na área para adquirirem o conhecimento da grafotécnica.

Agora que já saber quem pode ser perito grafotécnico, como se tornar este profissional?

Isso mesmo! E o processo para isso é mais fácil do que imagina!

Basta se qualificar através de um curso para se tornar perito grafotécnico (uma profissão que paga em média R$ 4.000,00 por laudo feito).

Basicamente são 22 horas de estudo (totalmente on-line) com professor especialista, acesso a palestras, apostila e modelos de laudos – tudo incluso no curso.

Vai perder essa oportunidade de melhorar (muito) sua renda e ainda de poder passar mais tempo cuidando da qualidade da sua vida?

Sem dizer que você pode trabalhar nisso paralelamente à sua profissão! Sim, a perícia grafotécnica é uma oportunidade fascinante de ganhar mais ou mesmo mudar de carreira!

Clique aqui para saber mais sobre o curso de perícia grafotécnica.

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